Anos depois, finalmente é lançado edital para o PS Metropolitano

Postado por Redação Ônibus de Campinas em 22 de outubro de 2017 às 09:22

Com informações do Correio Popular

Quase 11 anos depois, a Prefeitura de Campinas tenta agora tirar do papel a construção do Pronto-Socorro Metropolitano, para atender urgências e emergências das cidades que formam a chamada tríplice fronteira — Campinas, Sumaré e Hortolândia.

A licitação da obra, estimada em R$ 10 milhões e 500 mil, foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM), com abertura marcada para 9 de novembro.

A previsão é que o pronto-socorro seja entregue em 2019.





Foto: Dominique Torquato / AAN




Hoje os pacientes de Hortolândia e Sumaré procuram o Pronto Atendimento do Padre Anchieta ou o Hospital Municipal Dr. Mário Gatti quando precisam de cuidados emergenciais.

A unidade terá capacidade para realizar mil atendimentos por dia e trabalhará com 60 leitos de retaguarda.

O prédio vai ocupar uma quadra na Vila Padre Anchieta, em frente ao atual pronto atendimento.

Por estar próximo de rodovias, o pronto-socorro deverá receber grande demanda de pacientes acidentados.

Desde 2006 a construção desse pronto-socorro está na pauta de Campinas, Hortolândia e Sumaré.

Em 2008, as três encaminharam ao Ministério da Saúde o pedido de financiamento da obra, que foi aprovado em 2010.

O original foi entregue em 2011, na gestão do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos, com diversos problemas técnicos que impediram o início da obra.

Os recursos aprovados em 2010 pelo Ministério ficaram aplicados, e com o rendimento está sendo possível fazer a obra.

Haverá necessidade ainda de uma contrapartida da Prefeitura da ordem de R$ 3,5 milhões.

O valor, no entanto, vai depender do resultado da licitação — vencerá a concorrência que oferecer o menor preço para a obra.

Com o andamento da licitação para a construção do Pronto-Socorro Metropolitano, resta ainda resolver como o funcionamento da unidade será custeada.

A Prefeitura já está negociando com o Governo do Estado essa parte.

A intenção é que os recursos necessários à manutenção do PS sejam estaduais.