Unicamp sobe 9 posições no ranking mundial

Postado por Redação Ônibus de Campinas em 13 de junho de 2017 às 11:50

Com informações do Correio Popular

Foto: Dominique Torquato / AAN

A Unicamp subiu nove posições no ranking mundial de universidades, passando do 191º lugar na edição anterior para a 182ª posição este ano.

Entre as 22 universidades brasileiras que aparecem no ranking, a Unicamp ocupa a segunda posição, ficando atrás apenas da Universidade de São Paulo. É o quinto avanço consecutivo da Unicamp em cinco anos. Neste período a instituição saltou 46 posições.

Elaborado pela consultoria Quacquarelli Symonds (QS), o ranking classificou as 959 universidades consideradas como as melhores do mundo.

As universidades são avaliadas levando em consideração reputação acadêmica (peso de 40%); reputação no mercado de trabalho (10%); taxa de professores por aluno (20%); taxa de citações por pesquisador (20%); proporção de estudantes estrangeiros (5%) e proporção de professores estrangeiros (5%). O QS World University Rankings reúne dados sobre mais de 4 mil universidades de todo o mundo; 12,3 milhões de trabalhos e de 71,5 milhões de citações foram analisados para medir o impacto da pesquisa produzida por cada universidade.

As quatro melhores do mundo estão nos Estados Unidos (EUA), entre elas o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Sanford Universty e Harvard (Veja quadro). Com a 182ª classificação, a Unicamp aparece como a 5ª colocada na América Latina, atrás da Universidad de Buenos Aires (75ª posição no ranking geral), Universidade de São Paulo (121º), Universidad Nacional Autónoma de México (122º), Pontifícia Universidad Católica de Chile (137º). No Brasil, aparece na frente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (311) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O objetivo do ranking QS World é ajudar os potenciais estudantes a identificarem as melhores universidades do mundo. O levantamento traz ainda um sistema de classificação, QS Stars, que permite aos alunos obter uma visão mais ampla das qualidades de uma instituição, considerando desde a empregabilidade dos graduados, até instalações esportivas e engajamento da comunidade.

Ele é projetado para refletir a missão matizada das universidades e as necessidades dos alunos que possam estar interessados em coisas diferentes das que os rankings tradicionais costumam identificar.